sexta-feira, 16 de abril de 2010

...E é como uma anestesia,para a dor que passa, quando ela vem.A dor,ela vem.Cada vez mais distante, e isso me conforta.Ver-la subir uma montanha para me atingir. E desde aqui de cima, eu a vejo subir,e vejo ela cansada e já teve vezes que desistiu.Uma anestesia para essa dor.E quando não há dor,é para mim como a melhor e mais simples alegria,comum e sempre boa.

Alias, na verdade é para mim a melhor alegria comum ,simples e densa.Que mesmo quando a dor vem, depois de vê-la se esforçar para subir a montanha toda,com um olhar ,seja ela firme e certo de espanta-la ou seja um olhar doce e brilhoso, que na verdade olha para mim.

E ontem disse,que ate mesmo me confundo,acho que nunca te vi e depois vejo como se te visse assim ,como eu estava olhando, durante anos.E na verdade tudo é mentira.Nem mentira é, é delírio.Que nem importa.Que importa cronologia ou algo assim?Só é assim quando eu olho muito tempo,depois passa.E se não passar também não importa.Não me importo pro tempo.

Alegria.Simples e simples, e sutilmente densa,no ponto.

Como ouvir Ella Fitzgerald numa tarde com um solzinho e uma brisa fresca.

Poderia dizer tanto e durante tanto tempo.Mas vou ter que por sujeitos e coisas que eu não costumo por aqui.E não preciso, por que a carapuça só cabe em uma cabeça.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Trem Azul

Quando a vida de repete, há algo errado.

Quando as coisas passam, lamentamos por perdemos o que era de ruim e o que era de bom. E desejamos tão densamente o que era bom, exatamente da mesma maneira que era bom. Mas coisas boas não têm formula. Elas mudam constantemente.Não vivemos num mundo matemático,onde o 1 será sempre um e 2+2 será sempre 4.Há movimento nas coisas vivas,elas nascem e crescem e morrem,numa representação tosco de um plano cartesiano.

Igual a um amor.
Nada nele é igual. Para ser bom ele tem que mudar muito, varia vezes.
E ser bom por ser bom, e não por um motivo ou outro.

Igual a uma vida.
Se acomodar num porto vazio onde outrora houve gloria, não te levará a nenhuma outra felicidade. Felicidade é perecível e mortal. Ela nasce e morre a todo instante, e este frescor que é a felicidade. Não tente sintetizar ou estender a vida de uma felicidade, ela vai e vem e você não tem escolha. Como quem a sente, e cada um é assim, você pode frustradamente fingir para você mesmo a felicidade, que passou na sua vida há tanto tempo atrás. E ser triste para sempre. Tentando tornar temporal e material algo, impalpável e efêmero. O que importa não é a felicidade em si, e sim sua fonte. E provindo de uma fonte, ela tem suas características similares, como um compositor de canções, tem suas similaridades ao compor.

A felicidade é a coragem pelo novo. Que é tão difícil. Nos faz sermos principiantes para sempre,jovem nas situações.Faz você aprender com o erro mesmo depois de velho. Move seu coração sem direção a apontar. E quando essa perdição tomar direção, irá matar a felicidade disso, pois não têm o mistério do novo como você tinha conhecido poucos instantes antes, mas não morra de véspera. A Felicidade esta em outra Não-direção, dentro da mesma coisa. Aceitar a felicidade é fundamental. Ela nasce e morre sem seu consentimento. Ela nascer e morrer que é a felicidade. Nosso corpo, unhas, cabelos, e pele, se apegam as coisas que demoram mais a passar. São rancorosos com a felicidade. E nós põem medo, de se jogar. Não tente mandinga nenhuma para ressuscitar felicidade ,por que esta nunca revive.Plante terras férteis para que um dia a felicidade nasça de novo,como ela é,perecível e comum.E eternamente boa.

A felicidade também é como um pequeno inseto,que brilha, canta, voa e é belissimamente colorido. Nos corremos atrás deles,loucamente como crianças quando o vemos até nos perdermos no mato e perdermos o inseto,não era o inseto a felicidade,mas a brincadeira de busca-lo sim.Mas não é de insetos que vive a vida e a saúde mental.O corpo precisa de paz.Se perder por ai atrás de felicidade e tela em potes de vidro,não deixa o corpo descansar,você não pode ter insetos no pote,você precisa de ninhos.A felicidade vem e pousa em nos.E um hora vai embora.

Tem um trem que eu queria pegar novamente, mas não passa mais em lugares que eu deva ir. E ir neles só me magoará.Eram os lugares onde eu caçava felicidades.Na verdade foram onde eu as encontrei,e depois as prendi em potes.Elas foram morrendo.Esse trem azul,da corda da felicidade mais feliz que eu vi.Mas o Trem passou e é a pé que vou procurar outra oportunidade de me deixar a felicidade pousar em mim.

domingo, 11 de abril de 2010

Andarilho vago

Estar deslocado é sentir-se só em meio de pessoas conhecidas.É sentir o que é unidade é uma espécie de solidão.

E pra mim uma fome na alma que abasteço com um trago profundo que dou no ar onde ressoa musica.

Fecho os olhos e sinto a unidade do meu corpo, os limites dele e me sinto unido.

Sólido e calado como uma pedra. Nada de escudeiro nem cavaleiro. Um Andarilho qualquer que simplesmente vaga.

E me questionam meu silencio. O que eu poderia dizer? Você é uma pessoa (E eu digo isso pra você mesmo) que gosta de confundir para desconfundir depois. O que é um algo engraçado. Não tem e não tenho argumentos para você. É tudo muito hilário. Seu olhar e seus pensamentos que saem por ele. Só me resta sorrir.O que eu posso dizer?

Você falou que me conhece e eu achei engraçado, e já que disse com tamanha certeza achei melhor acreditar. Você vê tanta coisa em mim que mais ninguém vê. Debochado, grosso, e bonito. Tudo que eu falo é bobo. Porque a minha gentileza no meio de tanta malicia parece deboche. Elogiar?Já nem tento mais.

Adormecemos, e após uma cotovelada reparei dois roncos muito sutis e delicados. Achei uma graça. E voltei a dormir e até mesmo sonhei em contar isso.Acordei e disse.E pasmo,fui muito desagradável.É um algo complicado mesmo. Mas eu começo a ver como é que o complicado funcionando.Me desculpe.

Musiquei versos e queria especialmente mostrar. Tentei por duas vezes e foram totalmente ignorados. Só queria mostrá-los. Não havia malicia. Nem mesmo com a garrafa de cerveja soprando os ventos foi malicia.Não sou tão malandro assim,você me pediu para faze-lo.Seus olhos gritaram isso,só para você poder reagir.Reagir é sempre melhor.Talvez seja um recalque do Aikido.Já que o adversário já erra em querer lutar.Então me faz querer lutar,só para mostrar que eu estou errado em querer lutar.É agir na pensando na reação.Os olhos hipnotizam e a boca da o bote.O que é engraçadinho,divertido,irritante e excitante.(kkkkk)

Acho que as vezes te incomodo com atitudes inesperadas.E também não sei que atitudes se esperava que eu tomasse.Você quer as coisas na sua mão,onde já estão.Sempre estiveram,tudo.Você sente vergonha e orgulho,prazer e nojo.Eu também já senti e sinto isso.E Outra - dor ainda existe nos meus músculos,unhas cabelos,dentes e cabeça.Já tirei da onde era mais perigoso,do meu coração,joguei ele inteiro fora por isso.Espero não me contaminar novamente,pois sempre existe possibilidade de contaminação.

Não gosto de discordar, estando concordando.

Como eu gosto de conversar e escrever, que é por esta causa a única que eu escrevo. Para uma causa que vai entender tudo,ou quase tudo.

Telefonei.16:10 – 11/04/10 e me senti um idiota.

Meus dedos enfraquecem e já nem vejo muito sentido em escrever mais hoje.Deixo genuínos os trechos que nasceram cochos ai no texto.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Nada.Nadar.Nadando.Em Nada

Estou só.E não estou.Ouço Sonho 70.
Acho que é assim.Senti-me só.Em meio a tanta gente.Não estou só,e me sentir assim acaba sendo mesquinharia.Se voce pensa que não,eu moro em terras não tão perto das pessoas,de varias pessoas e o mundo acabou nas ruas.Só nas ruas,as casas continuam e suas respectivas pessoas.Então eu tenho que buscar as pessoas,buscar os homens.

Sinto Falta.Não!Sinto saudade.Sentir falta é para estrangeiro,que não sabe sentir algo atemporal e impalpável.Que não sabe sentir,e logo não saberia sentir um estado de espirito.Para mim são todos assim.

Sinto este tempinho frio e sinto todo o tamanho do meu quarto,todo o tamanho que eu não ocupo que era ocupado.Nunca mais será ocupado do mesmo modo.E ja sei que isso não é ruim, por mais que eu ainda sinta toda essa saudade.Tenho saudade das coisas que virão tambem.

Quero agir,e seguindo Lao tse,queria agir não-agindo,mas é tão dificil para minha ocidentalidade fazer isso.Consegui ate agora.
Não há palavras mais,nem mais para as palavras.

Eu sou meu amigo.E vejo que existem pessoas que são seus próprios inimigos.E é a mais pura verdade.Lutam e correm a vida inteira com e deles mesmo,sem saber.Estão sempre tensos armados e cansados.Eu tenho fica muito amigo de mim.E tenho ficado calmo com o coração aberto.Não que eu não discuta com eu,mas sabe como é neh...

Tem uma certas pessoas que é assim sempre.Assim digo, é amiga dela mesma.As vezes elas brigam.Ja brigaram na minha frente,foi engraçado.Essa pessoas me disse uma vez que tem gente que chama isso de dupla personalidade,mas ela preferia chamar de outra coisa.Não lembro que coisa era.

escrevo para ocupar meus dedos,logo irei tocar meus instrumentos.Eles ficam e estão inquietos por nada.Na verdade os obrigo a fazer o que eu quero ,já que eles mesmos já não tem nenhuma iniciativa.

Fiquei com receio de se ir dormir e não acordar.Por que eu sei que é o que se deseja,qualquer coisa e nada também é desejado.Eu iria ficar triste se não se acordasse.Mas acho que acordou.




quarta-feira, 7 de abril de 2010

Escrevo sobre uma outra dor.Uma dor tardia e burra,que dói esporadicamente e pronto.Graças a deus tenho o álbum branco para me confortar neste estalo de burrice doido.

Aprender a ser sozinho.Doi muito.Doi igual a crescer.Doi como ossos.Queria Gritar.Tenho um peito cicatrizando e sutilmente purulento.Me vejo achando que espremer este pus resolve,mas isso não é um furúnculo.Meto o dedo e espremo sem por que.Sabendo que quando a ferida coça só significa que ela esta melhorando.Não significa que é pra coçar.É pra sossegar.

Como um dia queria poder me redimir pelos os erros que só hoje eu vejo que eu fiz com as pessoas,mas não há mais redenção.Não posso,me amo.Hoje me amo um pouco.Antes não me amava, e me redimia por qualquer coisa.Dava minha outra face após o tapa e me batiam novamente.Queria a redenção das pessoas também,mas isso não se exige.Vira um algo duro em mim que um dia eu cuspo ou absorvo para todo sempre.

Vivi dia a pos dia,e minha vida voltar a ganhar aceleração.Agora preciso pensar no amanha e daqui a algum tempo na semana que vem.

“Carlos, sossegue, o amor
é isso que você está vendo:
hoje beija, amanhã não beija,
depois de amanhã é domingo
e segunda-feira ninguém sabe
o que será.”

Outro dia relaxei e me deixei boiar.Fechei os olhos,e quando os abri vi que estava mais longe da praia e me assustei.Meu susto me fez engolir água,mas o susto passou.Vou boiando por ai para ver onde eu paro.

Tenho e sou uma pequena verdade.Isso me faz feliz.Ela me deixa enfiar os pés pelas mãos,e vejo que na verdade nem sempre os enfio um nos outros.E ela sabe das coisas e eu acho que sei também.E que fique assim.

Não se merece assim as coisas.Fico tentando ler uma mente que é dita na minha frente.

Sinto falta do espaço que se roubava de mim.Sinto falta do peso que era carregado desnessariamente.Sinto falta do azedo que era azedo só por se azedar,não havia muito esforço para não se azedar.

Algumas pessoas são compráveis.E eu não posso falar isso.Mas facilidades é assim.Há sempre um castelo melhor para ser construído para as pessoas.Mais bonito e forte.Raiva é assim.

Não quero guardar nada mais.Não quero olhar nos olhos e ver o que eu já sei e me lamentar por não poder fazer nada e por não ter feito antes.O que eu vejo nos olhos é o que eu vejo nos olhos.Só eu sei e é inadmissível.Não posso querer o bem para as pessoas,como elas me desejaram tão filantrópicos, altruístas,cristãos e cínicos.Eu me senti um monstro de egoísmo e na verdade quem mente, deturpa e omiti não sou eu.

Mas basta com isso.Ainda devem restar magoas e lagrimas.Mas venci um exercito de 1000 homens, acho que posso vencer essa sem der as lagrimas as ventos que as levem em algum local errado.

Vomitei.

domingo, 4 de abril de 2010

you make me feel (kkkkkkk)!!!

Divagar sobre saudade. Fico pensando. Exitem tentas coisas nisso, na saudade. Hoje entendi uma coisa. Tem uma coisa que é como um calafrio, quente, que sai do estomago,passa pelos pulmões (te faz respirar fundo) e para no seu coração, (ele acelera e esquenta.).

Isso é quando você sente a distancia, (o nosso corpo entende como kilometros, mas é tempo)dês de as ultimas coisas boas, momentos e tal.Entendi que é como se ainda houvesse uma corda estendida se esticando,quanto mais o tempo passa.Ela estica e balança.Ela não arrebenta,ela se dissolve.

E isso tudo esta onde nós existimos, na nossa cabeça. É duro e reconfortante pensar que tudo só existe na nossa cabeça. É nela que existimos. Podem nos ligar em maquinas para respirar, para bombear sangue, para digerir comida, mas nunca poderão fazer uma maquina onde possamos existir nela.

Respiro-fundo muito. Meu peito vira algo tátil. Tenho sede e ânsia. É onde as vezes o medo de boiar nasce.É maior o medo de boiar do que de se perder.Parece mais reconfortante nadar ,se perder na exaustão e morrer.Enquanto boiar te poupa energias e te leva as ate a praia.

Mas conheço esse medo,e ele não vem mais a mim,não me domina mais.
Hoje escrevo por escrever...não sei ainda nada... só escrevo... escrevo nada.Nada por que ontem estive tão bem que meus sentimentos ruins foram anulados e anestesiados.
O que sinto de ruim e brando,chega a ser saudável.

Vejo o tanto quanto posso ser uma luz em meio a treva,pode haver um porto seguro no meu horizonte.

Ouço Carole King, no seu ápice.Ótimo.

São 15:51 (super cabalístico) e o céu esta negro como ele é as 19h.

Um monte de bobeiras...rs...

sexta-feira, 2 de abril de 2010

I have turned myself to a demon

Senti o peso das minhas promessas,nada de mais,nada de não esperado,mas senti.Vi a criança com olhos de água triste.Ela já não sabe mais o que fazer com esse baralho que deram na mão dela.Ela se desfez das cartas.Como ela doía e eu via isso.Me preocupei, com seu silencio anterior,sumira no vento e na noite,e soube ,desde já, onde o vento a levou.Ela jogou as cartas no vento.Essas cartas pesavam.Queria fazer qualquer coisa para vê-la um pouquinho feliz.Vi as vezes um carinho,tão doce.eu te conto.

Eu dormia,embriagado de sono,o peso das minhas promessas estavam me deixando cansado,e como havia caído, eu dormir.Eu acordo com um cheiro de carinho de algum lugar,sinto minhas pernas serem puxadas, meus sapatos tirados.Realço que meu pé direito muito sofria,e sentiu um alivio muito grande por esse carinho.E periodicamente esse cheiro de carinho vinha e me acariciava,me fazia breves cafunés, e se deixava abraçar,uma vez ou outra um beijo de carinho.

Meu sono sorria brevemente.

Antes desse sono todo foi quando eu vi mais uma vez os olhos de água triste.Seu rosto confuso,não sabia sorrir nem chorar,seus olhos se esforçavam para não brilhar,eles não queriam,não achavam certo brilhar perto de tanta dor.A ponta de seu nariz mexia simultaneamente com suas falas e era lindo.

Como eu sei,eu fiz minhas promessas.Meu respeito.E como nada é perfeito precisava contornar as imperfeições.Transformei tudo em carinho,carinho de primeira instancia.Ainda sim não sou perfeito.Pus todo o calor das minhas mãos, a leveza dos afagos, e no carinho da intenção e do local do beijo.Queria em silencio ter feito ela sorrir 5 minutos.Espero que ela não esqueça do que prometi e do que pedi e porque.Isso faz tudo ter um valor diferente.

Admito os pedaços que eu roubei,não o fiz de caso pensado,quando eu os vi já estavam em meus bolsos.Espero errar e agir bem nos meus erros...pelo menos.

Senti um pulsar,latejar no seu peito e o beijei com toda a vontade de que passasse.Pra mim é fácil por que eu sei como é bom quando passa,ou se alivia de forma grandiosa.Ainda dói em mim as minhas coisas.E eu sei como é um conforto essa dor por um lado.Se aliviar disso é uma forma de se desprender e muitas vezes o corpo todo não esta de acordo.

Será que ainda devo escrever?ainda acho que meto os pés pelas mãos.Muito acho que a clareza das minhas intenções fazem mal,mas não posso não ser claro,foi um pedido.E diante dessa clareza me fiz essa promessa que tenho buscado cumprir.

Este qualquer Akaki Akakievitch (chamo de qualquer, por que meu carinho não tem e nem mesmo me cativou,é um como outro qualquer,o qualquer da vez.desculpe),... na verdade fiquei ate sem o que falar agora.Sei que falou a ela que “continue amando(se fode ai)”.Ela me perguntou se existia isso, e infelizmente tive que concordar. –“Não, que eu não sou ninguém de esquecer a tristeza de um amor que passou”.O amor pode não ter validade mas o amor também não raciocina.Como outrora disse,guardemos em nos nossos cofres interiores o que não é para agora.Nada deve ser jogado fora.Nem enterrado vivo,lutando com o defunto vivo,batendo com a enxada na cabeça dele.O que tinha de ser enterrado era esse corpo já morto e este coração que precisava descansar.E a dor,mais uma vez, é essa.Acaba sendo como você se enterrasse um pouquinho.O amor pode não ter validade,mas o corpo,o coração,a mente e a vida tem.A vida é para se viver,buscar melhorar,e ser feliz,já que não nascemos felizes e completos.Respeitar o tempo da dor é fundamental mas ter dentro de si a condição de querer sair é fundamental também.O seu coração finalmente descansa.

Escrever palavras ainda esquenta meu coração,transforma esse calor em alguma constância para mim.Espero que para voce também de alguma forma.

Sei que errou muito,mas felizmente conseguiu agir corretamente nos erros.Ate me orgulhei.

E mais uma vez cada palavra é cada palavra.E só vejo que estou talvez entrando num caminho sem volta.Não queria me preocupar com essa não-volta.Só posso me preocupar com minha ação,como prometi.”e que deus se ocupe do vento.”


E Novamente

“Ser rei e dar como quem seja rei do reino de alem e aquém dor.”

Ps:batido no word